Reuni aqui algumas das dúvidas mais comuns sobre a Avaliação Neuropsicológica. Caso a sua pergunta não esteja contemplada, estou à disposição para conversar.
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O processo avaliativo é essencialmente presencial, pois envolve observação clínica direta e a aplicação de instrumentos específicos. Algumas etapas, como a entrevista inicial com os responsáveis ou a devolutiva, podem ser realizadas online a depender do caso. Atendo presencialmente em Natal/RN e Recife/PE.
Não necessariamente. A indicação depende da queixa, do momento do desenvolvimento e do contexto. Em alguns casos, outras formas de acompanhamento podem ser mais adequadas. Por isso, uma conversa inicial é sempre importante para compreender o que faz mais sentido para cada situação.
Não. Embora possa contribuir para hipóteses diagnósticas, a avaliação não se resume a isso. Ela busca compreender o funcionamento global da criança ou adolescente — suas potencialidades, dificuldades e formas de lidar com as demandas do cotidiano.
O número de sessões pode variar de acordo com a complexidade do caso. Em média, o processo envolve entre 6 e 8 sessões com a criança ou adolescente, além da anamnese, devolutiva e tempo de análise.
Em geral, sim. O ritmo semanal favorece a continuidade do processo e a observação ao longo do tempo — o que é fundamental para uma análise mais precisa e cuidadosa.
Sim. O processo é conduzido de forma respeitosa, adequada à idade e com explicações claras sobre o que está acontecendo. A transparência faz parte do cuidado e é parte fundamental da ética profissional.
Quando necessário, podem ser solicitadas informações à escola. Esse contato ajuda a compreender o funcionamento da criança em diferentes contextos e evita análises fragmentadas — o que contribui para conclusões mais precisas e intervenções mais eficazes.
O laudo é parte do processo e reúne as análises realizadas. Ele é entregue após a devolutiva e serve como base para decisões, encaminhamentos e orientações. Mais do que um documento formal, é uma ferramenta de cuidado e continuidade.
Não. A avaliação não é uma intervenção em si, mas uma base para que intervenções possam ser planejadas de forma mais ajustada à realidade e às necessidades de cada criança ou adolescente.
Sim. As orientações fazem parte da devolutiva e do conteúdo do laudo. O objetivo é que a família compreenda o que foi observado e tenha direcionamentos claros sobre os próximos passos.
Sim. No entanto, é importante compreender que a interrupção pode comprometer a compreensão global do caso, já que o processo é construído de forma progressiva e integrada ao longo das etapas.
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